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quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Foram 4,6 segundos apenas de uma Marca Histórica: Caxias do Sul quase termina um quarto com Zero Pontos!


Não há registros documentados de uma equipe de basquete a nível profissional em nenhuma das grandes ligas nacionais ou internacionais, seja e basquete de clubes, agremiações, universidades ou franquias, seja de jogos entre seleções nacionais, em que uma das equipes passou um quarto inteiro sem converter nenhum ponto. Tais eventos são extremamente raros e, se ocorreram, não foram amplamente divulgados ou registrados nem fontes oficiais nem por mídias esportivas.

Entretanto, na EuroLiga, isto quase aconteceu! O Benetton, da Itália, marcou apenas 2 pontos em um quarto contra o Efes Pilsen em 2005. No basquete da Europa isto também quase aconteceu com o Maroussi (da Grécia), o Zalgiris Kaunas (da Luituânia) e o Monaco (da França), também registraram apenas 2 pontos em um quarto em diferentes ocasiões. 

Na Temporada 2004/05 da EuroLiga, o Benetton Basket perdeu em 10 de março de 2005 para o Efes Pilsen, da Turquia, por 52-43, tendo marcado apenas 2 pontos no 3º quarto. Era algo até então inédito na história do basquete europeu.

Na Temporada 2010/11, o Maroussi, da Grécia, perdeu para o Partizan, da Sérvia, em 11 de fevereiro de 2011, com a equipe grega tendo feito apenas 2 pontos no 2º quarto. Apesar de ter perdido o quarto por 11-2, os gregos ainda saíram de quadra com uma vitória por 57-49. Terminaram aquele mesmo 2º quarto ainda a frente no marcador, com um placar de 22-18 a seu favor. 

Na Temporada 2014/15, foi novamente o Efes, da Turquia, quem quase conseguiu fechar um quarto sem sofrer pontos. Em 4 de dezembro de 2014, sofreu apenas 2 pontos num quarto no confronto contra o Zalgiris Kaunas, da Lituânia, que incrivelmente fez apenas 2 pontos no 1º quarto, o qual perdeu por 16-2 (14 pontos de desvantagem), com o time lituano perdendo o jogo por 66-57 (9 pontos de desvantagem).

Na Temporada 2022/23, o Monaco perdeu para Olympiacos, da Grécia, em 19 de maio de 2023, por 76-62, tendo no 3º quarto perdido por 27-2! O time francês tinha terminado o 1º tempo por 41-29. A derrota avassaladora no quarto lhe custou a partida.

Na NBA, as menores pontuações já feitas num quarto até então na história, tinham sido de 5 pontos, pelo Denver Nuggets contra o Dallas Mavericks em 28 de novembro de 2015, e pelo Miami Heat em 13 de abril de 2016 contra o Boston Celtics. Curiosamente, portanto, as duas marcas aconteceram na Temporada 2015/16 da NBA!

Nada se compara, no entanto, ao confronto entre Flamengo e Caxias do Sul, primeira partida da série oitavas de final da Temporada 2024/25 no Novo Basquete Brasil. Em 23 de abril de 2025, a partida era disputada na cidade de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, e o time anfitrião já estava atrás no placar quando teve um quarto apocalíptico e horripilante.


Nunca na história do basquete mundial uma equipe esteve tão perto de terminar um quarto zerada na parcial, pois só conseguiu converter a sua primeira cesta no quarto a 4,6 segundos do cronômetro ser zerado, com dois lances-livres cobrados e convertidos pelo veterano norte-americano Shamell Stallworth.


A equipe começou o 2º tempo estando 16 pontos atrás no placar. Tomou uma inacreditável corrida de 24-0 e quase terminou o quarto sem ter convertido nem sequer uma cesta, o que teria sido inédito na história do basquete profissional mundial. No último ataque, Shamell penetrou pelo garrafão e o também veterano Jhonatan Luz lhe fez falta quando faltavam 4,6 segundos para o cronômetros chegar a zero. Ele acertou os dois arremessos e a distância ao fim do quarto terminou numa desvantagem de 38 pontos. A equipe ainda perderia o último, e terminaria o jogo estando com 46 pontos de desvantagem no marcador final.


Ficha do Jogo
23/04/2025 - FLAMENGO 98 x 52 CAXIAS DO SUL
Local: Ginásio do SESI, Caxias do Sul
Parciais: 20 x 15 / 29 x 18 (49 x 33) / 24 x 2 (73 x 35) / 25 x 17 (98 x 52)
Flamengo: Alexey Borges (7), Shaquille Johnson (7), Jordan Williams (13), Kayo Gonçalves (6) e Ruan Miranda (10). Téc: Sergio Hernández. Banco: Franco Balbi (4), Gui Deodato (12), Jhonatan Luz (17), Lucas Siewert (12) e Tayavek Gallizzi (10).
Caxias do Sul: Fabrizzio Ruiz Diaz (9), Betinho (5), Isaac Gonçalves (8), Shamell Stallworth (10) e Vinícius Chagas (8). Téc: Rodrigo Barbosa. Banco: Larry Taylor (5), Léo Cravero (5) e Luan (2).


quarta-feira, 26 de junho de 2024

Quem foi Quem no NBB 2023/24



PELOTÃO DO TOPO


FRANCA
Campeão
Time: Santiago Scala, David Jackson, Charles Hinkle, Lucas Dias e Márcio Santos
Téc: Helinho Rubens Garcia
Banco: Heissler Guillent, Jhonatan Luz e Wesley Castro

Estrangeiros: Santiago Scala (Argentina), Heissler Guillent (Venezuela), David Jackson e Charles Hinkle (ambos dos EUA)


FLAMENGO
Vice-campeão
Time: Franco Balbi, Gui Deodato, Didi Louzada, Gabriel Jaú e Devon Scott
Téc: Gustavo De Conti
Banco: Scott Machado, Martin Cuello, Marko Filipovity, Olivinha e Maique Tavares

Estrangeiros: Franco Balbi e Martin Cuello (ambos da Argentina), Marko Filipovity (Hungria), N'Tio Diarrá (Mali), depois substituído por Devon Scott (EUA)


MINAS
Time: Franco Baralle, Luciano "Chuzito" González, Danilo Fuzaro Siqueira, Rafael Mineiro e Alexandre Paranhos
Téc: Léo Costa
Banco: Cristian Cortés, Felipe Vezaro, Gemerson Silva e Renan Lenz

Estrangeiros: Franco Baralle, Luciano "Chuzito" González, Nicolas Copello depois substituído por Cristian Cortés (todos 4 da Argentina)



PELOTÃO DO MEIO


BAURU
Time: Dontrell Brite, Luís Fernando "Gemadinha", Alex Garcia, Pedro Mendonça e Anderson Rodrigues
Téc: Paulo César Jaú
Banco: Martin Cabrera, Larry Taylor, Matheus Maciel e Jeremy Hollowell

Estrangeiros: Larry Taylor (EUA/Brasil), Martin Cabrera (Argentina), e Dontrell Brite e Jeremy Hollowell (ambos dos EUA)


VASCO DA GAMA
Time: Matheus Eugeniusz, Cauê Verzola, Humberto Gomes, Marquinhos Souza e Rafael Paulichi
Téc: Léo Figueró
Banco: Gustavo Basílio, Fabrício Russo, Thiago Mathias e Serjão Conceição

Estrangeiros: nenhum


PAULISTANO
Time: Santiago Ferreyra, Kevin Crescenzi, Gui Abreu, Victão Silva e Lucas Dória
Téc: Demétrius Ferracciú
Banco: Vinícius Mogi, Anderson Barbosa, Alex Dória e Brunão Cardoso

Estrangeiros: Santiago Ferreyra (Argentina)


FORTALEZA/BASQUETE CEARENSE
Time: Cassiano Bueno, Dexter McClanahan, Sebastián Orresta, Felipe Queirós e Eden Ewing
Téc: Flávio "Espiga" Soares
Banco: Eddy Carvalho, William Buford e Douglas Nunes

Estrangeiros: Sebastián Orresta (Argentina), Dexter McClanahan e William Buford (ambos dos EUA)


SÃO PAULO
Time: Ricardo Fischer, Corderro Bennett, Malcolm Miller, Lucas Siewert e Ralfi Ansaloni
Téc: Bruno Mortari
Banco: Henrique Coelho, Betinho, Tyrone Curnell e Vítor Faverani

Estrangeiros: Corderro Bennett, Malcolm Miller e Tyrone Curnell (todos 3 dos EUA)


UNIFACISA
Time: Trevor Gaskins, Facundo Corvalán, André Góes, Matías Solanas e Rafael Rachel
Téc: César Guidetti
Banco: Vithinho Lersch, Antônio Elpídio, David Nesbitt e Guilherme Hubner

Estrangeiros: Facundo Corvalán e Matías Solanas (ambos da Argentina), Trevor Gaskins (Panamá), e David Nesbitt (Bahamas)


SÃO JOSÉ
Time: Diego Figueredo, Pedro Chourio, Leonardo Lema, Douglas dos Santos e Renato Carbonari
Téc: Sebastián Figueredo
Banco: Augusto Leão, Arthur Bernardi e Victor Leal

Estrangeiros: Diego Figueredo e o técnico Sebastián Figueredo (pai e filho) e Leonardo Lema (todos 3 da Argentina), e Pedro Chourio (Venezuela)


CORINTHIANS
Time: Elinho Corazza, Cauê Borges, Daniel Onwenu, Elyjah Clark e Léo Demétrio
Téc: Silvio Santader
Banco: Gabriel Campos, Isaac Gonçalves, Lázaro "Itália" Rojas, Lucas Cauê e Rafael Hettsheimeir

Estrangeiros: Elyjah Clark (EUA) e o técnico Silvio Santader (Argentina)



PELOTÃO DE BAIXO


PATO
Time: Nate Barnes, Michel Souza, Jose Materan, Gabriel Novaes e Du Sommer
Téc: Jecé Leite
Banco: Arthur Pecos, Fabrício Veríssimo e Guilherme Magna

Estrangeiros: Nate Barnes (EUA) e Jose Materan (Venezuela)


PINHEIROS
Time: Felipe Ruivo, Adyel Borges, Jimmy Dreher, Federico Aguerre e Yan Djalo
Téc: David Pelosini
Banco: Paulo Scheuer, Agapy Santos e Sasa Borovnjak

Estrangeiros: Sasa Borovnjak (Sérvia) e Federico Aguerre (Argentina)


UNIÃO CORINTHIANS
Time: Radovan Djokovic, Pedro Nunes, Duane Johnson, Kendall Stephens e Jamison "J.J." Júnior
Téc: Rodrigo Silva
Banco: Enzo Ruiz, Arthur Costa, Vinícius Malachias e André Luiz Coimbra

Estrangeiros: Radovan Djokovic (Sérvia), Duane Johnson e Kendall Stephens (ambos dos EUA), e Enzo Ruiz (Argentina)


BOTAFOGO
Time: Jamaal Smith, Matheusinho Brito, Ramiro Santiago, Isaac Thornton e Emanuel Matías
Téc: Miguel Palmier
Banco: Patrick Carioca, Darington Hobson e Gabriel "Giga"

Estrangeiros: Jamaal Smith, Isaac Thornton e Darington Hobson que saiu durante o campeonato (todos 3 dos EUA) e Ramiro Santiago (Argentina)


CERRADO
Time: Davi Rossetto, Matheus Buiú, Guilherme Santos, Daniel Von Haydin e Andrézão Abreu
Téc: Régis Marrelli
Banco: Tiago Dias, Maicon Douglas e Daviyon Dreper

Estrangeiros: Daviyon Dreper (EUA)


CAXIAS DO SUL
Time: Kenny Dawkins, Alejandro Konsztadt, Wesley Mogi, Diego Conceição e Rafael Oliveira
Téc: Rodrigo Barbosa
Banco: Gabriel Santos, Léo Cravero, Vini Chagas e Wesley Sena

Estrangeiros: Kenny Dawkins (EUA) e Alejandro Konsztadt (Argentina)


BRASÍLIA
Time: Deryk Ramos, Thomas Cooper, Christian Alaekwe, Paulo Lourenço e Tom Oliveira
Téc: Dedé Barbosa
Banco: Felipe Dalaqua, Allan Beller e Emerson Bahia

Estrangeiros: Thomas Cooper e Christian Alaekwe (ambos dos EUA)


sexta-feira, 28 de julho de 2023

Quem foi Quem no NBB 2022/23



PELOTÃO DO TOPO


FRANCA
Campeão
Time: Georginho De Paula, Santiago Scala, David Jackson, Lucas Dias e Lucas Mariano
Téc: Helinho Rubens Garcia
Banco: Mike Smith, Jhonatan Luz, Reynan dos Santos e Márcio Santos

Estrangeiros: Santiago Scala (Argentina), David Jackson e Mike Smith (ambos dos EUA)


SÃO PAULO
Vice-campeão
Time: Elinho Corazza, Corderro Bennett, Túlio da Silva, Malcolm Miller e Lucas Siewert
Téc: Bruno Mortari
Banco: Henrique Coelho, Betinho, Shamell Stalworth, Marquinhos Souza, Tyrone Curnell e Ralfi Ansaloni

Estrangeiros: Corderro Bennett, Shamell Stalworth, Malcolm Miller e Tyrone Curnell (todos 4 dos EUA)


FLAMENGO
Time: Jose Vildoza, Ricardo Fischer, Martin Cuello, Gabriel Jaú e Rafael Mineiro
Téc: Gustavo De Conti
Banco: Nicolás "Penka" Aguirre, Luke Martínez, Gui Deodato, Olivinha e Rafael Hettsheimeir

Estrangeiros: Jose Vildoza, Penka Aguirre e Martin Cuello (todos 3 da Argentina), e Luke Martínez (EUA/México)


MINAS
Time: Alexey Borges, Felipe Vezaro, Shaquille Johnson, Renan Lenz e Wesley Castro
Téc: Léo Costa
Banco: Lucas Faggiano, Isaac Hamilton, Eden Ewing, Novar Gadson e Alexandre Paranhos

Estrangeiros: Lucas Faggiano (Argentina), e Shaquille Johnson, Isaac Hamilton, Eden Ewing e Novar Gadson, que só jogou o início da temporada, após a sua saída, entrou Ewing (todos 4 dos EUA)



PELOTÃO DO MEIO


PAULISTANO
Time: Nate Barnes, Adyel Borges, Kevin Crescenzi, Gui Abreu e Victão Silva
Téc: Demétrius Ferracciú
Banco: Vinícius Mogi, Anderson Barbosa, Lucas Dória, Alex Dória e Brunão Cardoso

Estrangeiros: Nate Barnes (EUA)


PINHEIROS
Time: Felipe Ruivo, Jonas Buffat, Rafael Munford, Richard Amardi e Dikembe da Silva
Téc: David Pelosini
Banco: Matheus Eugeniusz, Danilo Penteado, Jéfferson William, Yan Djalo e Lucas Cauê

Estrangeiros: Richard Amardi (Canadá)


BAURU
Time: Jonathan Machuca, Alex Garcia, Danilo Fuzaro Siqueira, Gemerson Silva e Anderson Rodrigues
Téc: Jorge Guerra, "Guerrinha"
Banco: Dontrell Brite, Larry Taylor, Felipe Cardoso e Emmitt Holt

Estrangeiros: Jonathan Machuca (Argentina), Larry Taylor (EUA/Brasil), e Dontrell Brite e Emmitt Holt (ambos dos EUA)


UNIFACISA
Time: Trevor Gaskins, André Góes, Jimmy Dreher, Antônio Elpídio e Gérson Santo
Téc: César Guidetti
Banco: Facundo Corvalán, Cauê Verzola, Sebastián Vega, Miguel Ruiz González e Guilherme Hubner

Estrangeiros: Facundo Corvalán e Sebastián Vega (ambos da Argentina), Trevor Gaskins (Panamá), e Miguel Ruiz González (Venezuela)


CORINTHIANS
Time: Gabriel Campos, Davaunta Thomas, Isaac Gonçalves, João Marcello "Mãozinha" e Maique Tavares
Téc: Léo Figueiró
Banco: Cauê Borges, Zach Graham, Daniel Onwenu, Pedro Nunes, Felipe Queirós e Lázaro "Itália" Rojas

Estrangeiros: Davaunta Thomas e Zach Graham (ambos dos EUA)



PELOTÃO DE BAIXO


SÃO JOSÉ
Time: Diego Figueredo, Arthur Pecos, Eddy Carvalho, Renato Carbonari e Douglas Nunes
Téc: Sebastián Figueredo
Banco: Pedro Eduardo, Nehemias Morillo, Dimitri Souza e William Green

Estrangeiros: Diego Figueredo e o técnico Sebastián Figueredo (pai e filho, ambos da Argentina), Nehemias Morillo (República Dominicana) e William Green (EUA)


CAXIAS DO SUL
Time: Deryk Ramos, Humberto Gomes, Pedro Mendonça, Arthur Bernardi e Thiago Mathias
Téc: Rodrigo Barbosa
Banco: Stefano Pierotti e Diego Conceição

Estrangeiros: Stefano Pierotti (Argentina)


PATO
Time: Romario Roque, Jonatan Oliveira, Jose Materan, Guilherme Magna e Gabriel Novaes
Téc: Jecé Leite
Banco: Michel Souza, Fabrício Veríssimo e Victor Andrade

Estrangeiros: Romário Roque (Colômbia) e Jose Materan (Venezuela)


UNIÃO CORINTHIANS
Time:  Vithinho Lersch, Augusto Leão, Mike'l Simms, Federico Aguerre e Guilherme Teichmann
Téc: Athos Calderaro
Banco: Lucas Machuca, Enzo Ruiz, Rafel Paulichi e Rafael Rachel 

Estrangeiros: Lucas Machuca, Enzo Ruiz e Federico Aguerre (todos 3 da Argentina), e Mike'l Simms (EUA)


FORTALEZA/BASQUETE CEARENSE
Time: Davi Rossetto, Dexter McClanahan, Charles Williams, Patricio Piñero e Ronald Reis
Téc: Flávio "Espiga" Soares
Banco: Matheusinho Brito, Sualisson Tavares, Emmanuel Calderón Pérez e Rômulo Gusmão

Estrangeiros: Patricio Piñero (Argentina), Dexter McClanahan e Charles Williams (ambos dos EUA), e Emmanuel Calderón Pérez (Cuba)


RIO CLARO
Time: Kenny Dawkins, Lucas Lacerda, Cassiano Bueno, Desmond Holloway e Edgar Martínez
Téc: Fernando Penna
Banco: Wesley Mogi, Rafael Oliveira, Luiz Paulo "Lupa" e Wesley Sena

Estrangeiros: Kenny Dawkins e Desmond Holloway (ambos dos EUA), e Edgar Martínez (Venezuela)


BRASÍLIA
Time: Guilherme Lessa, Luís Fernando "Gemadinha", Gustavo Basílio, Douglas dos Santos e Paulo Scheuer
Téc: Dedé Barbosa
Banco: Arthur Belchor, Victor Leal e Du Sommer

Estrangeiros: nenhum


CERRADO
Time: Daniel Von Haydin, Rashaun McLemore, Keyron Sheard, Anthony Harris e Ruan Miranda
Téc: Quentin Hillsman, depois Michael Swioklo
Banco: Fabrício Russo e Paulo Lourenço

Estrangeiros: Rashaun McLemore, Keyron Sheard, Anthony Harris e o técnico Quentin Hillsman (todos dos EUA)








sábado, 10 de junho de 2023

FINAL NBB 2022: Fim do Jejum de 22 Anos de Franca


O basquete de Franca continuava sendo o maior campeão da história dos títulos brasileiros, mas não conquistava um título nacional desde 1999. Foram 22 anos de jejum, encerrados com a conquista da Temporada 2021/22 do NBB.

E o duelo na final, para dar um gosto ainda mais saboroso para a conquista, foi contra o segundo maior campeão da história do basquete brasileiro. Eram 11 títulos de Franca contra 8 do Flamengo. Um título rubro-negro encurtaria a vantagem para 11-9. O título francano expandiu a vantagem para 12-8, dando uma importância histórica ainda mais relevante para a conquista.

FRANCA: disputa o basquete profissional desde 1953, tendo de 1953 a 1971 sido o Clube dos Bagres, de 1971 a 1974 a Emmanuel Franca, de 1974 a 1976 o Amazonas Franca, de 1977 a 1988 se chamou Francana, depois de 1988 a 1992 foi a Ravelli Franca, até a fundação do Franca Basquetebol Clube.

12x Campeã Nacional
1971 - 1974 - 1975 - 1980 - 1981
1990 - 1991 - 1993
1997 - 1998 - 1999
2022

FLAMENGO: o mais longo projeto de basquete a funcionar praticamente de forma ininterrupta desde quando foi campeão do primeiro torneio de basquete disputado no Brasil, o Campeonato Carioca de 1919.

8x Campeão Nacional
2008 - 2009
2013 - 2014 - 2015 - 2016
2019 - 2021

Na Temporada Regular, foram as duas melhores campanhas. O Franca ficou com o 1º lugar, e com confortável vantagem, tendo obtido uma campanha de 29 vitórias e 3 derrotas. O Flamengo ficou com o 2º lugar, com 26 vitórias e 6 derrotas. Nas quartas de final, ambos passaram sem dificuldades, com varridas por 3 x 0, sobre adversários da capital paulista, com o Franca passando pelo Pinheiros, e o Flamengo pelo Paulistano. As semi-finais foram entre os quatro clubes de melhor campanha na Fase Regular, com o Franca superando ao São Paulo em sua série, com uma vitória por 3-1, e o Flamengo passando com mais uma varrida por 3-0, desta vez sobre o Minas Tênis Clube. E foi assim, com estas campanhas, que os dois clubes se habilitaram para se enfrentarem na Final do NBB da Temporada 2021/22.


A FINAL de 2022

Jogo 1

O Franca começou bem melhor na primeira parida da final, jogando em casa, e abrindo larga vantagem nos minutos iniciais, mas o Flamengo conseguiu uma boa recuperação empatar o duelo no fim da primeira parcial (20 a 20). Já o segundo quarto começou com muitos erros das duas equipes, tendo sido Franca quem conseguiu se acertar mais rápido para rapidamente voltar a frente do marcador e abrir uma boa vantagem antes do intervalo, indo para o vestiário com 41 x 32 a seu favor.


Mantendo o mesmo ritmo, a equipe francana voltou com tudo para o segundo tempo e se impôs, sobretudo no jogo físico dentro do garrafão. Logo nos primeiros minutos do terceiro período, a diferença no placar chegou a ser de 14 pontos (51 x 37). Mais uma vez, entretanto, o Flamengo conseguiu voltar para o jogo após fazer dez pontos seguidos. Mas na reta final do quarto, o Franca segurou a reação e conseguiu se manter com sete pontos a frente no placar (65 a 58), o que ajudou o time a ter tranquilidade no último período.


Com muita disposição, o Flamengo até diminuiu a diferença para 1 ponto, mas Franca não deixou que a virada acontecesse. Empurrado pela torcida, o time de melhor campanha da temporada regular do NBB teve ótima passagem na metade do último quarto e abriu vantagem de 16 pontos: 85 a 69. A três minutos do fim, as chances do Flamengo eram praticamente nulas. Daí em diante foi só administrar o relógio para assegurar a vantagem ao fim do primeiro duelo da série.



Ficha do Jogo 1: FRANCA 85 x 79 FLAMENGO
28/05/2022 - Ginásio Pedrocão - Franca
Parciais: 20 x 20 / 21 x 12 (41 x 32) / 24 x 26 (65 x 58) / 20 x 21 (85 x 79)
FRANCA: Georginho De Paula (17), David Jackson (13), Jhonatan Luz (6), Lucas Dias (20) e Lucas Mariano (20). Téc: Helinho Rubens. Banco: Adyel Borges (3), Santiago Scala (0) e Márcio Santos (6).
FLAMENGO: Yago Mateus (15), Luke Martínez (15), Brandon Robinson (6), Alexandre Olivinha (14) e Rafael Mineiro (10). Téc: Gustavo De Conti. Banco: Franco Balbi (8), Dar Tucker (4), JP Batista (0) e Vítor Faverani (7).


Jogo 2

Com direito a emoção até os últimos segundos, o Franca superou o Flamengo na segunda partida da final do NBB fora de casa, ficando a um triunfo de reconquistar um título nacional que não erguia havia 22 anos. Os comandados de Helinho Rubens Garcia mantiveram a partida o tempo todo bastante parelha, administrando bem o lado psicológico e se impondo frente a uma torcida que cantou tentando apoiar o time mandante o tempo inteiro.


Com bom desempenho das defesas, as equipes terminaram o primeiro quarto com uma ligeira vantagem para o Flamengo: 18 x 16. Na segunda parcial, o time rubro-negro chegou a abrir uma vantagem de 11 pontos frente ao rival, com destaque às atuações do norte-americano Brandon Robinson, com 8 pontos anotados, e do armador Yago, com 5 pontos. Porém, o Franca reagiu e conseguiu diminuir a diferença, levando a partida para o intervalo com os mandantes a apenas cinco pontos de vantagem: 39 x 34.


No terceiro quarto, a equipe paulista se sobressaiu e venceu a parcial por 17 x 13, mostrando estar focada para não deixar a vitória escapar. No quarto derradeiro, o Flamengo buscou a vitória para igualar a série, e teve oportunidades reais para empatar e até virar a partida.

Já no fim, o Flamengo teve a bola do jogo na mão. Porém, Yago parou nas mãos de Georginho de Paula, que com um toco sensacional, colocou um ponto final nas esperanças flamenguistas, segurando o ímpeto do rival nos últimos segundos e assegurando a dramática e histórica vitória por 64 a 62.



Ficha do Jogo 2: FLAMENGO 62 x 64 FRANCA
02/06/2022 - Maracanãzinho - Rio de Janeiro
Parciais: 18 x 16 / 21 x 18 (39 x 34) / 13 x 17 (52 x 51) / 10 x 13 (62 x 64)
FRANCA: Georginho De Paula (8), David Jackson (12), Jhonatan Luz (8), Lucas Dias (9) e Lucas Mariano (10). Téc: Helinho Rubens. Banco: Adyel Borges (0), Santiago Scala (8), Chris Ware (0) e Márcio Santos (9).
FLAMENGO: Yago Mateus (12), Luke Martínez (4), Brandon Robinson (13), Rafael Mineiro (5) e Vítor Faverani (10). Téc: Gustavo De Conti. Banco: Franco Balbi (1), Dar Tucker (12), Túlio da Silva (0), Alexandre Olivinha (3) e JP Batista (2).


Jogo 3

Durante 24 minutos, parecia que Franca sairia do Rio de Janeiro com uma varrida e o título, mas com grande recuperação no segundo tempo, o Flamengo virou e venceu o jogo 3 no Maracanãzinho por 81 a 75, diminuindo a desvantagem na série final para 2 a 1.


Nos dois primeiros quartos, Franca ditou o ritmo, estando à frente praticamente o tempo todo. Lucas Dias, ala-pivô francano, anotou 12 dos 16 pontos da equipe no primeiro quarto, que terminou empatado. Durante a segunda parcial, a equipe paulista se encontrou e chegou a abrir nove pontos: 39 x 30. No entanto, o norte-americano Dar Tucker começou a desenhar a reação que se confirmaria na volta do vestiário, diminuindo a desvantagem para apenas três pontos ao fim do primeiro tempo.


No segundo tempo, com as costas contra a parede, o time rubro-negro não deixou Franca respirar no terceiro quarto. Orquestrado pelo armador argentino Franco Balbi, emendou 13 pontos seguidos, que fizeram parte de uma corrida de 24-6 desde o momento em que estava perdendo por 39 x 30. Balbi foi quem acalmou o time e foi a cabeça na hora de armar as jogadas, mas Olivinha quem foi o coração. Depois de marcar nove pontos no primeiro quarto, ele teve que deixar a quadra no meio da reação rubro-negra ao sofrer um corte na cabeça em jogada dentro do garrafão do Flamengo. Depois de retornou, com uma touca de natação na cabeça, ao invés de ficar limitado, ele cresceu de produção, com sua tradicional garra que lhe rendeu o apelido de "Deus da Raça", e foi a principal razão para o Flamengo ter feito 20 x 10 na parcial, arrancada crucial para segurar Franca no último quarto e garantir a incontestável vitória por 81 x 75, com Olivinha terminando com sua melhor pontuação na temporada: 27 pontos, com 64% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 43% nas bolas de três, além de 7 rebotes, e com Balbi sendo responsável por 9 assistências (quase metade das 20 que o time teve no total).

Porém, para se sagrar campeão, o Flamengo teria pela frente uma missão quase impossível, dado que teria que vencer os dois últimos jogos da série em Franca, no Ginásio Pedrocão, onde Franca ainda não havia sido derrotado na temporada: 20 jogos e 20 vitórias.



Ficha do Jogo 3: FLAMENGO 81 x 75 FRANCA
04/06/2022 - Maracanãzinho - Rio de Janeiro
Parciais: 16 x 16 / 20 x 23 (36 x 39) / 20 x 10 (56 x 49) / 25 x 26 (81 x 75)
FRANCA: Georginho De Paula (14), David Jackson (11), Jhonatan Luz (3), Lucas Dias (16) e Lucas Mariano (9). Téc: Helinho Rubens. Banco: Adyel Borges (11), Santiago Scala (7) e Márcio Santos (4).
FLAMENGO: Franco Balbi (9), Brandon Robinson (8), Rafael Mineiro (0), Alexandre Olivinha (27) e Vítor Faverani (15). Téc: Gustavo De Conti. Banco: Yago Mateus (8), Luke Martínez (1), Dar Tucker (13), Túlio da Silva (0) e JP Batista (0).


Jogo 4

Maior campeão brasileiro da era pré-NBB, Franca enfim levantou o título da competição pela primeira vez, massacrando ao Flamengo desde o início do Jogo 4 em seu ginásio, voltando a celebrar um título nacional depois de 22 anos sem ser campeão brasileiro.


O Franca foi arrasador no primeiro período e impôs 20 pontos de diferença ao Flamengo, que teve volume ofensivo, mas um aproveitamento pífio, de apenas 16% nos arremessos. Já os donos da casa foram letais na bola de três, com 6 acertos em 10 tentados, e 53,8% nos chutes de dois. Além disso, o time paulista dominou o garrafão, com 15 rebotes contra 8 rubro-negros. Essa junção ficou demonstrada no placar ao término do período: 28 x 8.


Daí em diante, o time da casa só administrou a vantagem, dando-se ao luxo de desacelerar no segundo tempo sem que tenha sido ameaçado em absolutamente nenhum momento. Com o controle do placar, Lucas Mariano, principal cestinha do NBB, ficou praticamente todo o terceiro período como espectador no banco de reservas, enquanto via o jovem Márcio, de 19 anos, marcar dez pontos e comandar Franca no quarto, que também foi marcado por faltas técnicas e um endurecimento do Flamengo, que viu um grande esforço do pivô Rafael Mineiro para manter seu time com chances na partida. A vitória na etapa foi rubro-negra (21 x 19), mas a vantagem geral ainda era amplamente francana: 68 x 47.


O time rubro-negro foi melhor na reta final, fez 18 pontos, enquanto somente Lucas Dias e Georginho dividiram os 12 pontos pelo Franca, mas no fim, valeu o placar de 80 a 65 ao time paulista, campeão! O destaque da decisão foi o ala-pivô e capitão do Franca, Lucas Dias, com direito a duplo-duplo: 19 pontos e 14 rebotes. Ele foi eleito pela organização do NBB como MVP das finais. O ala argentino Santiago Scala e o jovem ala-pivô Márcio contribuíram com 14 pontos cada. Pelo Flamengo, o ala-pivô Rafael Mineiro fez 24 pontos e foi o cestinha da partida.


Ficha do Jogo 4: FRANCA 80 x 65 FLAMENGO
09/06/2022 - Ginásio Pedrocão - Franca
Parciais: 28 x 8 / 21 x 18 (49 x 26) / 19 x 21 (68 x 47) / 12 x 18 (80 x 65)
FRANCA: Georginho De Paula (9), Santiago Scala (14), David Jackson (2), Lucas Dias (19) e Lucas Mariano (9). Téc: Helinho Rubens. Banco: Adyel Borges (5), Jhonatan Luz (8) e Márcio Santos (14).
FLAMENGO: Yago Mateus (5), Dar Tucker (7), Brandon Robinson (2), Alexandre Olivinha (7) e Rafael Mineiro (24). Téc: Gustavo De Conti. Banco: Franco Balbi (5), Luke Martínez (5), JP Batista (4) e Vítor Faverani (6).







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segunda-feira, 1 de maio de 2023

A imortalização da Camisa 8 de Hélio Rubens


O dia 5 de abril de 2022 ficou marcado na memória de Franca e de seu basquete. No intervalo da partida entre o Franca Basquete e o Basquete Unifacisa (vencida pelos francanos por 74 x 65), Hélio Rubens Garcia, ex-jogador e treinador, ídolo da cidade, teve a sua camisa de número 8 aposentada. A cerimônia inicialmente aconteceria em 8 de janeiro no confronto entre Franca e São Paulo, mas devido à alta de casos de coronavírus no período, acabou remarcada.


Aos 81 anos de idade, a lenda francana teve sua camisa aposentada pela equipe do interior paulista, sendo o primeiro jogador a ter sua camiseta imortalizada e eternizada por Franca. Ele antes já havia sido homenageado ao dar o nome ao Centro de Treinamento da equipe. Como jogador, fez sua estreia em 10 de maio de 1959. Foram mais de 800 jogos por Franca, com 10.132 pontos anotados. Aposentou-se em 1981, aos 41 anos, um feito de longevidade espetacular para os padrões da época.


Logo no começo da partida, as homenagens já tiveram início, com os netos de Hélio Rubens entrando em quadra com uma bola personalizada, que levava a assinatura de Hélio. A bola foi utilizada em um "bola ao alto" simbólico e, logo em seguida, entregue também pelos netos para as mãos do homenageado da noite.

No intervalo, a cerimônia principal foi realizada, com a entrega de uma réplica do tradicional uniforme verde, com o número 8, utilizado por Hélio quando ainda atuava. Além disso, também foi revelado de maneira oficial o outdoor em que o número utilizado por Hélio Rubens ficará eternizado no Ginásio do Póli, o Ginasio Poliesportivo Pedro Morilla Fuentes, o Pedrocão, em Franca.


Entre os Anos 1940 e 1950, o jovem Hélio Rubens dividia sua paixão entre o basquete e o futebol. Ele chegou a atuar no futsal, em competições amadoras de futebol e até na Francana, o clube profissional de futebol da cidade, como lateral, zagueiro e volante.

No basquete, construiu a carreira brilhante como armador. A camisa 8 foi utilizada por Hélio Rubens de 1959 a 1983, quando defendeu o Franca Basquete, desde a base, quando ainda era Clube dos Bagres, nome ainda utilizado pela agremiação no início da carreira profissional do armador, até as fases seguintes como Amazonas Franca, Emanuel Franca, e por fim Francana.


A carreira, no entanto, quase não decolou: em 1966, com o basquete ainda amador no país, Hélio optou por abandonar o esporte e virou funcionário do Banco do Brasil na cidade de São Paulo. Mas para a felicidade do basquete nacional, a decisão foi revertida não muito tempo depois (6 meses) com uma proposta para atuar sendo remunerado que o fez regressar a Franca.

No basquete ele se destacou pela força defensiva, oriunda de sua extrema força de vontade, pois com 1,85m, o armador compensava com muita garra o que lhe faltava no físico. Em quadra marcou uma época no basquete nacional na equipe que reunia também seus irmãos: Fransérgio pegou a camisa 6, Toto a 7 e Hélio a 8, e por isto os três ficaram conhecidos como os "Irmãos Metralha", personagens das histórias em quadrinho que figuravam com esta sequência de números em seu uniforme de presidiários.

A camisa 8 acabou assumida no comecinho da correira, por volta de 1962, e foi carregada com um símbolo, acompanhando Hélio Rubens durante toda sua carreira, seja jogando por Franca, pelo Palmeiras (no curto período em que defendeu o clube), pela Seleção Paulista e pela Seleção Brasileira.

Hélio Rubens entrando em quadra com o filho, ainda menino,
Helinho, também armador de Franca e da Seleção Brasileira,
e também técnico, como Helinho Garcia

Como jogador, Hélio Rubens disputou três Campeonatos Mundiais com Seleção Brasileira, ficando com a terceira colocação no Uruguai, em 1967, e nas Filipinas, em 1978, e sendo vice-campeão na Iugoslávia, em 1970. Foi ao lugar mais alto do pódio com a conquista da Medalha de Ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1971 e nos Campeonatos Sul-Americanos de 1968, 1971, 1973 e 1977. Também esteve presente em dois Jogos Olímpicos: Cidade do México 1968, e Munique 1972).

Pelo Franca, foi Pentacampeão Brasileiro (1971, 1974, 1975, 1980 e 1981), Tetracampeão Paulista (1973, 1975, 1976 e 1977), ganhou 12 vezes o título do interior, foi Tetracampeão Sul-Americano (1974, 1975, 1977 e 1980) e foi duas vezes vice-campeão Mundial (Copa Interconrinental), em 1975 e em 1980. Uma carreira fenomenal.




quinta-feira, 13 de abril de 2023

Os 20 Estrangeiros mais marcantes da história do NBB (até 2022)


Em contagem regressiva, do 20º até o 1º colocado, segue a seguir a lista de estrangeiros que tiveram passagens mais marcantes pela história do Novo Basquete Brasil (NBB) desde a 1ª Temporada (2008/09) até a 14ª Temporada (2021/22). Não concordou com a lista? Inverteria alguma ordem, ou incluiria alguém, ou tiraria alguém? Então deixe seu comentário na caixinha lá no final do texto.


20º- RASHAUN McLEMORE

Temporadas no Brasil: 2012/2013 pelo Tijuca Tênis Clube, 2013/2014 pelo Espírito Santo Basquete, e de 2014/2015 até 2021/2022 pelo Basquete Cearense (a partir da temporada 2020/2021 sendo Fortaleza/Basquete Cearense)

Rashaun Durrel McLemore nasceu em 13/05/1986 em Richmond, na Virgínia, nos EUA. Apesar de não ter tido um grande protagonismo, figura nesta lista pela longevidade jogando no basquete brasileiro, chegando a 10 temporadas de NBB! Somente outros três estrangeiros jogaram mais temporadas do que ele entre 2008/09 e 2021/22, todos três com destaque nesta lista. Na sua primeira temporada (2012/13) pelo Tijuca, conseguiu médias de 12,1 pontos por partida e 10,1 de eficiência. Números parecidos aos obtidos em sua terceira temporada (2014/15), a primeira dele em Fortaleza, e à sua melhor temporada, 2019/20, na qual fez 12,5 pontos por partida e teve 10,8 de eficiência. Estas três temporadas foram as únicas nas quais teve eficiência superior a 10,0. No total, jogou 275 partidas, com médias de 23,3 minutos e 9,6 pontos por jogo, e 48% de acertos em arremessos de dois pontos, 33% da linha de três, e 71% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 8,0.



19º- JUAN PABLO FIGUEROA

Temporadas no Brasil: 2010/2011 e 2011/2012 pelo Pinheiros, 2012/2013 até 2014/2015 pelo Franca, e posteriormente em 2019/2020 pelo Rio Claro, 2020/2021 pelo Campo Mourão, e 2021/2022 novamente pelo Rio Claro

Juan Pablo Figueroa nasceu em 13/03/1986 em Córdoba, na Argentina. Seu auge no basquete brasileiro foi nas cinco temporadas consecutivas disputadas da 2010/11 até a 2014/15. Neste período, jogou 191 jogos, nos quais teve médias de 30,5 minutos, 7,2 pontos, 4,5 assistências e 10,2 de eficiência. Em sua melhor temporada, de 2012/13, sua primeira pelo Franca, suas médias foram de 29,9 minutos, 8,9 pontos e 12,4 de eficiência. Depois desta passagem, regressou ao basquete brasileiro já mais veterano. No total no NBB, jogou 257 partidas, com médias de 28,1 minutos e 6,5 pontos por jogo, e 47% de acertos em arremessos de dois pontos, 30% da linha de três, e 70% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 9,3. Em assistências, média de 4,3 por partida.



18º- DEVON SCOTT

Temporadas no Brasil: 2019/2020 pelo Minas

Devon Henry Scott nasceu em 07/04/1994 em Columbus, em Ohio, nos EUA. Teve uma passagem rápida, mas extremamente marcante pelo NBB com a camisa do Minas Tênis Clube na Temporada 2019/20, na qual acabou eleito para o Quinteto Ideal, como melhor ala-pivô. Foram somente 26 partidas disputadas, com médias de 27,1 minutos e 14,3 pontos por jogo, e 65,3% de acertos em arremessos de dois pontos, 50,0% da linha de três, e 75,0% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 20,0. Nos rebotes, média de 7,8 por partida, sendo 4,9 defensivos e 2,9 ofensivos.



17º- NICO LAPROVITTOLA

Temporadas no Brasil: 2013/2014 e 2014/2015 pelo Flamengo

Nicolás Laprovittola nasceu em 31/01/1990 em Morón, na Região Metropolitana de Buenos Aires, na Argentina. O jogador começou a carreira no Lanus, onde atuou de 2007 a 2013, e depois teve uma passagem extremamente marcante com a camisa do Flamengo, onde jogou duas temporadas (2013/2014 e 2014/15) e se sagrou campeão nas duas, tendo sido eleito para o Quinteto Ideal de 2013/14 como melhor armador. Depois construiu uma carreira brilhante, vestindo as camisas do San Antonio Spurs (2016/17), Real Madrid (2019/20 e 2020/21) e Barcelona (2021/22), tendo atuado ainda no Lietuvos Rytas, da Lituânia, Estudiantes de Madrid, Saski Baskonia e Joventut Badalona, estes três da Espanha, e Zenit, da Rússia. No NBB, jogou 75 partidas pelo Flamengo, com médias de 29,7 minutos e 13,3 pontos por jogo, e 51,5% de acertos em arremessos de dois pontos, 43,6% da linha de três, e 80,8% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 15,0. Em assistências, média de 5,3 por partida.



16º- DAVID NESBITT

Temporadas no Brasil: 2017/2018 pelo Paulistano, 2018/2019 pelo Flamengo, 2019/2020 pelo Corinthians e 2020/2021 pelo Minas

David Ahmad Nesbitt nasceu em 10/02/1991 em Freeport, nas Ilhas Bahamas, na América Central. Jogou quatro temporadas no Brasil vestindo quatro camisetas diferentes. Nas suas duas primeiras temporadas, sagrou-se campeão do NBB, primeiro com o Paulistano em 2017/18 e depois com o Flamengo em 2018/19. Porém nas temporadas em que foi campeão, teve menos protagonismo, na terceira e na quarta teve mais minutos em quadra e por consequência pontuou mais. Pelo Corinthians (2019/20) jogou 26,4 minutos e fez 12,5 pontos por partida. No total, foram somente 134 partidas disputadas, com médias de 22,5 minutos e 9,2 pontos por jogo, e 53,6% de acertos em arremessos de dois pontos, 38,2% da linha de três, e 83,3% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 12,1. Nos rebotes, média de 5,5 por partida, sendo 3,6 defensivos e 1,8 ofensivos.



15º- KYLE FULLER

Temporadas no Brasil: 2017/2018 pelo Paulistano, e 2018/2019 até 2021/2022 pelo Corinthians

Kyle Alejandro Fuller nasceu em 27/01/1992 em Compton, na Califórnia, nos EUA, mas filho de peruanos, cresceu em Lima, no Peru, onde viveu a partir dos três anos, voltando na adolescência para a Califórnia. Apelidado de "Zoom Fuller", na sua primeira temporada no Brasil defendeu ao Paulistano, com quem foi campeão do NBB na Temporada 2017/18. Depois fez longa carreira com a camisa do Corinthians. Seu melhor desempenho individual foi na primeira temporada corinthiana (2018/19), na qual obteve médias de 20,7 pontos por jogo e 15,5 de eficiência. Nestas cinco temporadas, jogou 163 partidas, com médias de 28,4 minutos e 15,1 pontos por jogo, e 45% de acertos em arremessos de dois pontos, 34% da linha de três, e 84% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 10,6. Em assistências, média de 2,1 por partida.



14º- RONALD RAMON

Temporadas no Brasil: 2010/2011 até 2014/2015 pela Winner/Limeira, e 2015/2016 até 2017/2018 pelo Flamengo

Ronald Ricardo Ramón Guerrero nasceu em 14/01/1986 no bairro do Bronx, na cidade de Nova Iorque, nos EUA, filho de imigrantes da cidade de Santo Domingo, na República Dominicana, seleção nacional pela qual jogou por sua dupla nacionalidade. No basquete brasileiro, ele jogou 8 temporadas consecutivas, as cinco primeiras pela Winner/Limeira e as três últimas pelo Flamengo, com quem se sagrou uma vez campeão da temporada 2015/16. A sua melhor temporada foi a 2012/13, pelo Limeira, quando obteve médias de 14,4 pontos e 3,4 assistências por jogo, com 15,2 de eficiência. Na sua segunda temporada com a camisa do Flamengo (2016/17), também se destacou, obtendo a excelente média de 4,0 assistências, sua melhor neste fundamento em sua passagem pelo Brasil. No total no NBB, jogou 263 partidas, com médias de 29,6 minutos e 11,8 pontos por jogo, e 48,7% de acertos em arremessos de dois pontos, 41,7% da linha de três, e 86,4% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 11,6. E com médias de 2,7 assistências por partida.



13º- JEFF AGBA

Temporadas no Brasil: 2009/2010 até 2012/2013 pelo Bauru, 2013/2014 pelo Mogi, 2014/2015 pela Liga Sorocabana, e 2014/2015 pelo Paulistano

Chinwuba Uzoma Jeffersom Agba nasceu em 12/01/1980 em Bloomington, em Indiana, nos EUA. Ele jogou 7 temporadas no Brasil, tendo as mais marcantes delas sido as três primeiras pelo Bauru. Na primeira, com médias de 14,6 pontos e 7,6 rebotes por jogo, na segunda com 14,1 pontos e 7,5 rebotes, e na terceira, a melhor delas, com 15,1 pontos e 8,0 rebotes por jogo, e com 18,9 de eficiência. Nestas três temporadas, foram 93 partidas disputadas e uma extrema regularidade em seu desempenho. No total das sete temporadas, foram 198 partidas disputadas, com médias de 24,4 minutos e 11,8 pontos por jogo, e 56,8% de acertos em arremessos de dois pontos, 28,3% da linha de três, e 76,7% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 14,3. Nos rebotes, média de 6,6 por partida, sendo 4,4 defensivos e 2,2 ofensivos.



12º- JAMAAL SMITH

Temporadas no Brasil: 2013/2014 e 2014/2015 pelo Macaé, 2015/2016 pelo São José, 2017/2018 até 2019/2020 pelo Botafogo, 2020/2021 pelo Franca, e 2021/2022 pelo Rio Claro

Jamaal Thaddius Smith nasceu em 25/02/1985 em Los Angeles, na Califórnia, nos EUA. Ele jogou 8 temporadas no basquete brasileiro, sendo cinco no carioca e três no interior paulista. A sua temporada mais dominante foi a sua segunda, com a camisa do Macaé, na qual terminou com média de 17,7 pontos por partida e 17,4 de eficiência. Mas a camisa que mais vezes vestiu foi a do Botafogo, em 76 partidas. No total no NBB, jogou 199 partidas, com médias de 28,7 minutos e 14,3 pontos por jogo, e 51% de acertos em arremessos de dois pontos, 45% da linha de três, e 88% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 14,2. Em assistências, média de 3,6 por partida.



11º- CORDERRO BENNETT

Temporadas no Brasil: 2015/2016 até 2019/2020 pelo Pinheiros, e 2020/2021 e 2021/2022 pelo São Paulo

Corderro Le Quince Bennett nasceu em 29/03/1988 na cidade de Gary, estado de Indiana, nos EUA. Ele chegou ao Brasil para defender ao América de Rio Preto no Campeonato Paulista de 2015, destacando-se como cestinha da competição e sendo contratado pelo Pinheiros, onde jogou por cinco temporadas consecutivas, e com muita regularidade, tendo em todas tido média de pontos entre 13,0 e 14,8 por partida, e de eficiência entre 13,0 e 15,9. Foi então contratado pelo São Paulo, onde esteve nas duas temporadas seguintes. Na temporada 2020/21 baixou um pouco suas médias individuais, doando-se mais para a equipe e vindo a ser eleito para o Melhor Quinteto Defensivo da temporada. Na temporada seguinte, foi eleito o Melhor Defensor da Temporada 2021/22. No total, jogou 240 partidas, com médias de 31,2 minutos e 13,0 pontos por jogo, e 62% de acertos em arremessos de dois pontos, 37% da linha de três, e 72% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 14,2. E a média de 3,2 assistências por partida.



10º- FRANCO BALBI

Temporadas no Brasil: 2018/2019 até 2021/2022 pelo Flamengo

Franco Nicolás Balbi nasceu em 21/08/1989 em Buenos Aires, na Argentina. A Temporada 2012/22 foi a sua quarta com a camisa do Flamengo, onde chegou na temporada 2018/2019, na qual se sagrou campeão e foi eleito para o Quinteto Ideal como melhor armador. Seu maior brilho foi nas duas primeiras temporadas, tendo na primeiro tido médias de 10,8 pontos e 5,7 assistências, e na segunda 8,3 pontos e incríveis 7,4 assistências por jogo. Nestas quatro temporadas, jogou 120 partidas pelo Flamengo, com médias de 24,9 minutos e 8,8 pontos por jogo, e 47% de acertos em arremessos de dois pontos, 33% da linha de três, e 80% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 12,5. E a impressionante média de assistências de 5,6 por partida. "El Mago", o típico armador que faz a equipe jogar e que seus companheiros tenham um protagonismo ainda maior do que o seu.



9º- JEROME MEYINSSE

Temporadas no Brasil: 2013/2014 até 2015/2016 pelo Flamengo

Jerome Dieu Donne Meyinsse nasceu em 18/12/1988 em Baton Rouge, na Louisiana, nos EUA. Ele jogou 3 temporadas no Flamengo e foi campeão em todas elas! A melhor delas foi sua primeira temporada, na qual teve médias de 12,5 pontos e 5,1 rebotes por partida, com 14,5 de eficiência. No total, foram 118 partidas disputadas, com médias de 21,8 minutos e 10,5 pontos por jogo, e 63,1% de acertos em arremessos de dois pontos, 50,0% da linha de três, e 71,3% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 13,0. Nos rebotes, média de 4,9 por partida, sendo 3,0 defensivos e 1,9 ofensivos.



8º- TYRONE CURNELL

Temporadas no Brasil: 2012/2013 e 2013/2014 pelo Palmeiras, 2014/2015 até 2017/2018 pelo Mogi, 2019/2020 pelo Minas, 2020/2021 pelo Bauru, e 2021/2022 pelo São Paulo

Tyrone Denell Curnell nasceu em 22/04/1988 na cidade de Nova Iorque, nos EUA. Jogou 9 temporadas por cinco camisas diferentes, tendo passado a maior parte do tempo com a camiseta de Mogi, que defendeu em quatro temporadas. Na melhor delas, 2016/17, com médias de 14,6 pontos, 6,6 rebotes e 16,5 de eficiência. Mas em sua nona temporada, com o São Paulo, teve um desempenho ainda melhor. No total, jogou 287 partidas, com médias de 28,3 minutos e 12,6 pontos por jogo, e 55% de acertos em arremessos de dois pontos, 32% da linha de três, e 74% nos lances livres. E um índice de eficiência de 13,9.



7º- ROBBY COLLUM

Temporadas no Brasil: 2010/2011 a 2012/2013 pelo Uberlândia, e 2014/2015 pelo Minas

Robby Stephen Collum nasceu em 30/11/1980 em Racine, no Wisconsin, nos EUA. Sua passagem mais marcante pelo basquete brasileiro foi nas três temporadas em que defendeu ao Uberlândia, nas duas primeiras com destaque na pontuação, com média de 17,0 pontos por jogo na de 2010/11 e de 16,9 na de 2011/12, e na terceira com uma expressiva média de assistências, tendo feito 5,8 por jogo. Ainda jogou uma quarta temporada pelo Minas Tênis Clube. No total no NBB, jogou 127 partidas, com médias de 35,4 minutos e 15,4 pontos por jogo, e 45,0% de acertos em arremessos de dois pontos, 36,2% da linha de três, e 85,0% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 16,2. E com médias de 4,2 rebotes e 4,3 assistências por partida.



6º- ROBERT DAY

Temporadas no Brasil: 2010/2011 a 2013/2014 pelo Uberlândia, e 2014/2015 e 2015/2016 pelo Bauru

Robert Andrew Day nasceu em 13/01/1982 em Portland, no Oregon, nos EUA. Ele jogou 6 temporadas no basquete brasileiro, as quatro primeiras pelo Uberlândia e as duas últimas pelo Bauru. Foi nas quatro temporadas com a equipe mineira que ele teve maior protagonismo, e com uma regularidade muito grande em suas médias por jogo: em 2010/11 com 18,3 pontos e 17,4 de eficiência, em 2011/12 com 17,2 pontos e 18,2 de eficiência, em 2012/13 com 17,9 pontos e 19,4 de eficiência e em 2013/14 com 17,6 pontos e 17,8 de eficiência, tendo na temporada 2012/13 sido eleito para o Quinteto Ideal. Nas suas duas últimas, no interior paulista, não manteve o mesmo protagonismo. No total no NBB, jogou 219 partidas, com médias de 30,8 minutos e 15,6 pontos por jogo, e 57,3% de acertos em arremessos de dois pontos, 44,1% da linha de três, e 84,7% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 16,2. E com médias de 4,4 rebotes e 2,2 assistências por partida.



5º- KENNY DAWKINS

Temporadas no Brasil: 2011/2012 e 2012/2013 pela Liga Sorocabana, 2013/2014 até 2015/2016 pelo Paulistano, 2016/2017 e 2017/2018 pelo Vitória, 2018/2019 e 2019/2020 pelo Pinheiros, 2020/2021 pelo São Paulo, e 2021/2022 pelo Cerrado

Kenny Montrell Dawkins nasceu em 23/07/1987 em Holly Springs, no Mississipi, nos EUA. Ele foi um andarilho no basquete brasileiro, tendo em 11 temporadas no Brasil, defendido 6 camisas diferentes. Formou uma dupla histórica com seu conterrâneo Desmond Holloway, um ano em Sorocaba e dois no Paulistano. Foi protagonista em suas duas primeiras temporadas de NBB, com 16,3 de eficiência em cada uma delas, e pontuando em média 16,4 na primeira e 17,8 na segunda pela Liga Sorocabana. Depois autuou três temporadas pelo Paulistano, camisa que mais vestiu em solo brasileiro. Mas foi no Vitória, de Salvador, que teve seu maior desempenho individual, com 16,5 pontos e 4,5 assistências por jogo na temporada 2016/17, com 16,9 de eficiência. No total, jogou 361 partidas, com médias de 29,4 minutos e 13,1 pontos por jogo, e 48% de acertos em arremessos de dois pontos, 36% da linha de três, e 82% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 13,2. E a média de 3,7 assistências por partida.



4º- DESMOND HOLLOWAY

Temporadas no Brasil: 2012/2013 pela Liga Sorocabana, 2013/2014 e 2014/2015 pelo Paulistano, 2015/2016 até 2017/2018 pelo Pinheiros, 2019/2020 pelo São Paulo, e 2020/2021 e 2021/2022 pelo Fortaleza/Basquete Cearense

Desmond Holloway nasceu em 28/03/1990 em Indianápolis, na Indiana, nos EUA. Ele também foi um andarilho no basquete brasileiro, tendo em 9 temporadas no Brasil, defendido 5 camisas diferentes. Formou uma dupla histórica com seu conterrâneo Kenny Dawkins, um ano em Sorocaba e dois no Paulistano. A camisa que mais vezes vestiu foi a do Pinheiros, onde esteve por três temporadas, e com a qual foi eleito MVP e fez parte do Quinteto Ideal na temporada 2016/17, quando teve 19,3 pontos de média por partida, com 19,5 de eficiência. Fez outra temporada com números similares a este em sua primeira com a camisa do Fortaleza (2020/21) na qual teve 20,3 pontos de média por partida, com 18,7 de eficiência. No total, jogou 273 partidas, com médias de 30,1 minutos e 17,4 pontos por jogo, e 52% de acertos em arremessos de dois pontos, 33% da linha de três, e 79% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 16,9. E a média de 5,2 rebotes e 2,3 assistências por partida.



3º- DAVID JACKSON

Temporadas no Brasil: 2011/2012 pelo Flamengo, 2013/2014 e 2014/2015 pela Winner/Limeira, 2016/2017 e 2017/2018 pelo Vasco da Gama, 2018/2019 e 2019/2020 pelo Franca, 2020/2021 pelo Minas, e 2021/2022 de novo pelo Franca

David Wayne Jackson Jr. nasceu em 12/08/1982 em Rockville, em Maryland, nos EUA. Ele jogou 9 temporadas no basquete brasileiro vestindo cinco camisas diferentes, tendo a que usou mais vezes sido a de Franca, somando duas passagens. Um desempenho impressionante, com 4 temporadas com 19,0 ou mais de eficiência, e 7 com 18,0 ou mais. Curiosamente, só teve menos de 18,0 de eficiências nas temporadas defendendo os clubes onde ficou só um ano, em sua primeira no Flamengo (2011/12) e na que jogou pelo Minas Tênis Clube (2020/21). Sua melhor temporada individual foi a sua primeira em Limeira (2013/14), na qual teve 20,6 pontos por jogo e 20,6 de eficiência como média nas 37 partidas disputadas, tendo terminado eleito o MVP da temporada, na primeira vez na qual um estrangeiro recebeu este prêmio de melhor jogador no Brasil. Ele foi três vezes eleito para o Quinteto Ideal da temporada, em 2013/14 pela Winner/Limeira, em 2018/19 pelo Franca, e em 2020/21 pelo Minas. Com o Franca, foi Campeão da Temporada 2021/22. No total, jogou 293 partidas, com médias de 31,7 minutos e 16,6 pontos por jogo, e 59% de acertos em arremessos de dois pontos, 45% da linha de três, e 91% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 18,4. E a média de 4,0 rebotes e 2,9 assistências por partida.



2º- LARRY TAYLOR

Temporadas no Brasil: 2008/2009 até 2014/2015 pelo Bauru, 2015/2016 até 2017/2018 pelo Mogi, e 2018/2019 até 2021/2022 de novo pelo Bauru

Larry James Taylor Jr. nasceu em 03/10/1980 em Chicago, em Illinois, nos EUA. Somente 2 estrangeiros participaram de todas as 14 primeiras temporadas do NBB, e ele foi um deles. Foi eleito para o Quinteto Ideal nas temporadas 2008/09 e 2010/11. Naturalizou-se brasileiro e disputou os Jogos Pan-Americanos de 2015 pela Seleção Brasileira. No NBB, teve seus melhores números individuais em três de suas quatro primeiras temporadas. Na primeira (2008/09), com 18,9 pontos e 6,0 assistências por jogo, e 23,0 de eficiência; na segunda (2009/10), com 17,3 pontos e 5,5 assistências por jogo, e 20,8 de eficiência; e na quarta (2011/12), com 16,9 pontos e 6,5 assistências por jogo, e 21,4 de eficiência. No total, jogou 461 partidas, com médias de 30,7 minutos e 13,0 pontos por jogo, e 50% de acertos em arremessos de dois pontos, 34% da linha de três, e 81% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 15,6. E a média de 4,7 rebotes e 4,3 assistências por partida.



1º- SHAMELL STALLWORTH

Temporadas no Brasil: 2008/2009 pela Winner/Limeira, 2009/2010 até 2013/2014 pelo Pinheiros, 2014/2015 até 2018/2019 pelo Mogi, e 2019/2020 até 2021/2022 pelo São Paulo

Shamell Jermaine Stallworth nasceu em 07/09/1980 em Fresno, na Califórnia, nos EUA. Somente 2 estrangeiros participaram de todas as 14 primeiras temporadas do NBB, e ele foi um deles. As duas camisas que usou por mais tempo foram as do Pinheiros e do Mogi, tendo jogado cinco temporadas em cada um. Teve média de mais de 20 pontos na temporada três vezes: 2009/10 pelo Pinheiros com 21,9 por jogo (19,3 de eficiência), 2013/14 pelo Pinheiros com 20,8 por jogo (19,8 de eficiência), e 2016/17 pelo Mogi com 20,5 por jogo (19,7 de eficiência). No total, jogou 471 partidas (só 10 a mais do que Larry Taylor), com médias de 32,7 minutos e 17,8 pontos por jogo, e 55% de acertos em arremessos de dois pontos, 39% da linha de três, e 78% nos lances livres. Seu índice de eficiência foi 16,5. E a média de 3,9 rebotes e 3,2 assistências por partida.




Um Resumo dos Números no NBB deste Top 20: