.

Mostrando postagens com marcador México. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador México. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 25 de outubro de 2023

Jogadores Latino-Americanos em Final da Euroliga até 2022


A lista de jogadores nascidos na América Latina a terem jogado Finais da Euroliga é bastante extensa. Esta presença pode ser dividida em fases.

A primeira fase, de 2001 a 2005, marcada pela presença marcante da Geração Dourada da Argentina: Manu Ginóbili (2 vezes), Luis Scola (2 vezes), Fabricio Oberto, Pepe Sánchez, Carlos Delfino e Pablo Prigioni jogaram final, assim como outros argentinos que não tiveram o mesmo destaque que estes seis na história da Seleção Argentina, como Marcelo Nicola, Patrício Prato e Roberto Gabini. Neste período, portanto, foram 9 argentinos que jogaram uma Final de Euroliga. Também houve a presença de dois brasileiros: Anderson Varejão e Tiago Splitter. Foram, portanto, 11 jogadores da América Latina a marcarem presença entre 2001 e 2005.

A segunda fase, de 2006 a 2014, teve presença bem menor de latino-americanos, e também mais discretas, com menos protagonismo. Foram 5 jogadores de 4 países diferentes: 2 do Brasil (Alex Garcia e Rafael Hettsheimeir), 1 da Venezuela (Óscar Torres), 1 do Uruguai (Esteban Batista) e 1 da República Dominicana (Sammy Mejía). Sendo que destes cinco, dois sequer chegaram a entrar em quadra. Assim, de 2009 a 2014, nenhum latino-americano sequer entrou a entrar em quadra numa partida de Final de Euroliga.

De 2015 a 2022 as participações voltaram a ser com protagonismo, e novamente com destaque para os argentinos. Foram 5 jogadores, com Gustavo Ayón, do México, jogando 2 vezes, assim como o argentino Facundo Campazzo. Outros três nomes da Argentina se destacaram: Andrés Nocioni, Leandro Bolmaro e Gabriel Deck.

No total entre 2001 e 2022 foram, portanto, 21 jogadores da América Latina que disputaram uma Final de Euroliga: 13 da Argentina, 4 do Brasil, 1 do México, 1 da Venezuela, 1 do Uruguai e 1 da República Dominicana.


Participações dos Latino-Americanos:


2000/01

Manu Ginóbili (ARG) no Campeão Virtus Bologna no Jogo 5
GINÓBILI: 33 minutos, 16 pontos, 6 assistências, 4 rebotes, 0 tocos e 2 recuperações de bola

Fabricio Oberto (ARG) e Luis Scola (ARG) no Vice-campeão Saski Baskonia no Jogo 5
OBERTO: 34 minutos, 15 pontos, 0 assistências, 4 rebotes, 1 toco e 0 recuperações de bola
SCOLA: 15 minutos, 7 pontos, 1 assistência, 4 rebotes, 1 toco e 1 recuperações de bola

Manu Ginóbili, no Virtus Bologna, da Itália


2001/02

Pepe Sánchez (ARG) no Campeão Panathinaikos
SÁNCHEZ: 4 minutos, 0 pontos, 0 assistências, 0 rebotes, 0 tocos e 0 recuperações de bola

Manu Ginóbili (ARG) no Vice-campeão Virtus Bologna
GINÓBILI: 33 minutos, 27 pontos, 2 assistências, 5 rebotes, 3 tocos e 3 recuperações de bola


2002/03

Anderson Varejão no Campeão Barcelona
VAREJÃO: 5 minutos, 1 ponto, 0 assistências, 1 rebote, 0 tocos e 0 recuperações de bola

Marcelo Nicola (ARG) no Vice-campeão Benetton Treviso
NICOLA: 23 minutos, 5 pontos, 1 assistência, 2 rebotes, 0 tocos e 0 recuperações de bola


2003/04

Carlos Delfino (ARG) e Patrício Prato (ARG) no Vice-campeão Fortitudo Bologna
DELFINO: 27,5 minutos, 6 pontos, 1 assistência, 4 rebotes, 2 tocos e 1 recuperação de bola
PRATO: 45 segundos, 2 pontos, 0 assistências, 0 rebotes, 0 tocos e 0 recuperações de bola


2004/05

Luis Scola (ARG), Pablo Prigioni (ARG), Roberto Gabini (ARG) e Tiago Splitter (BRA) no Vice-campeão Saski Baskonia 
SCOLA: 37 minutos, 21 pontos, 4 assistências, 9 rebotes, 4 tocos e 1 recuperação de bola
SPLITTER: 25 minutos, 6 pontos, 0 assistências, 4 rebotes, 3 tocos e 1 recuperação de bola
PRIGIONI: 9 minutos, 0 pontos, 1 assistência, 0 rebotes, 1 toco e 0 recuperações de bola
GABINI: 15 segundos, 0 pontos, 0 assistências, 0 rebotes, 0 tocos e 0 recuperações de bola

Scola, no Tau Ceramica Saski Baskonia, da Espanha


2005/06
Não houve nenhum jogador latino-americano


2006/07

Óscar Torres (VEN) no Vice-campeão CSKA Moscou
TORRES: 24 minutos, 9 pontos, 1 assistência, 4 rebotes, 0 tocos e 2 recuperações de bola


2007/08

Estaban Batista (URU) e Alex Garcia (BRA) no Vice-campeão Maccabi Tel Aviv
GARCIA: 23 minutos, 2 pontos, 2 assistências, 5 rebotes, 3 tocos e 3 recuperações de bola
BATISTA: 14 minutos, 14 pontos, 1 assistência, 7 rebotes, 1 toco e 1 recuperação de bola


2008/09, 2009/10 e 2010/11
Não houve nenhum jogador latino-americano


2011/12

Sammy Mejía (DOM) no Vice-campeão CSKA Moscou foi relacionado, mas não entrou em quadra
MEJÍA: 0 minutos, 0 pontos, 0 assistências, 0 rebotes, 0 tocos e 0 recuperações de bola


2012/13

Rafael Hettsheimeir (BRA) no Vice-campeão Real Madrid foi relacionado, mas não entrou em quadra
HETTSHEIMEIR: 0 minutos, 0 pontos, 0 assistências, 0 rebotes, 0 tocos e 0 recuperações de bola


2013/14
Não houve nenhum jogador latino-americano


2014/15

Gustavo Ayón (MEX), Facundo Campazzo (ARG) e Andrés Nocioni (ARG) no Campeão Real Madrid
NOCIONI: 22,5 minutos, 12 pontos, 2 assistências, 7 rebotes, 2 tocos e 1 recuperação de bola
AYÓN: 15 minutos, 2 pontos, 1 assistência, 5 rebotes, 3 tocos e 0 recuperações de bola
CAMPAZZO: 0 minutos, 0 pontos, 0 assistências, 0 rebotes, 0 tocos e 0 recuperações de bola

Nocioni, pelo Real Madrid


2015/16 e 2016/17
Não houve nenhum jogador latino-americano


2017/18

Gustavo Ayón (MEX) e Facundo Campazzo (ARG) no Campeão Real Madrid
AYÓN: 14 minutos, 4 pontos, 1 assistência, 2 rebotes, 1 toco e 0 recuperações de bola
CAMPAZZO: 9 minutos, 0 pontos, 0 assistências, 1 rebote, 1 toco e 0 recuperações de bola


2018/19
Não houve nenhum jogador latino-americano


2020/21

Leandro Bolmaro (ARG) no Vice-campeão Barcelona
BOLMARO: 25 minutos, 7 pontos, 3 assistências, 5 rebotes, 2 tocos e 0 recuperações de bola


2021/22

Gabriel Deck (ARG) no Vice-campeão Real Madrid
DECK: 40 minutos, 23 pontos, 4 assistências, 10 rebotes, 2 tocos e 1 recuperação de bola

Gabriel Deck, pelo Real Madrid



quinta-feira, 10 de março de 2022

Manuel Raga e Arturo Guerrero: dois ícones do basquete mexicano


O basquete chegou ao México em 1902, tendo acontecido na a cidade de Puebla a primeira partida da modalidade a ser disputada em solo mexicano. Desde então foram escritas várias páginas da história do esporte no país, mas nenhuma no Século XX com destaque maior do que aquelas escritas por Manuel Raga, o maior jogador de basquete mexicano no primeiro século do esporte no país.

A Federação Internacional de Basquete (FIBA) o imortalizou no Hall da Fama, em Genebra, na Suíça, imortalizando o chamado “Mexicano Voador” acima de todos os demais basquetebolistas mexicanos.

Raga nasceu em 14 de março de 1944 em Villa Aldama, em Tamaulipas. Com 1,88 metros de altura, ele foi um ala-armador multifuncional, com seu impressionante salto vertical para segurar rebotes balones e um certeiro arremesso em suspensão, além de uma diferenciada elegância e um carisma que centralizava as atenções do público.

No México, Raga foi campeão nacional em 1962 aos 17 anos de idade com o Tamaulipas. Em 1970, ele se converteu no primeiro jogador de basquete não nascido nos Estados Unidos a ser draftado pela NBA, escolhido pelo Atlanta Hawks.

No entanto, Raga nunca jogou na NBA, decidiu tentar a sorte na Itália, para onde foi defender ao Pallacanestro Varese, sendo tri-campeão da liga em 1969, 1970 e 1971, tri-campeão da Euroliga em 1970, 1972 e 1973, e campeão de duas Copas Intercontinentais.

Do basquete italiano migrou para o Tigers de Lugano, da Suíça, equipe que antes de seu chegada só tinha um único título de liga nacional, e com o mexicano se coroou tri-campeã em 1975, 1976 e 1977. Manolo Raga jogou de 1960 a 1963 pelo Ciudad Madero, e de 1963 a 1968 pelo Villa Aldama. De 1968 a 1974 defendeu ao Ignis Varese, da Itália, de 1974 a 1979 ao Federale Lugano, da Suíça.

Com a Seleção Mexicana Raga também teve espetaculares exibições, tendo conduzido o time nacional à primeira colocação do Pré-Olímpico de 1964, tendo sido o grande nome da equipe mexicana nos Jogos Olímpicos de Tóquio em 1964, do México em 1968 e de Montreal em 1976, assim como nos Mundiais de 1963, 1967 e 1974.

Manuel Raga pelo Varese, da Itália

Entretanto, muitos argumentavam que o maior jogador mexicano de basquete de todos os tempos havia sido um contemporâneo de Manuel Raga, o ala Arturo Guerrero. De certa forma, quando Raga foi introduzido no Hall da Fama da FIBA, a posição ficou marcada e o debate se encerrou.

O apelido de “Mão Santa” mostra a grandiosidade deste jogador que nasceu em 30 de agosto de 1948, quatro anos depois de Manuel Raga. Guerrero é originário de León, em Guanajuato, e se destacou por ser um mortal conversor de arremessos de meia e longa distância. Sempre foi um jogador muito decisivo nos momentos mai importantes do jogo, por isso sempre foi muito admirado.

Em 1967, ele chegou à Seleção Mexicana, tendo participado dos Jogos Olímpicos do México de 1968 e de Montreal de 1976. Ele jogou por equipes da Itália, de Porto Rico e do Brasil, onde chegou a receber oferta para naturalização, sempre sendo o principal pontuador nos times que defendeu nesses países. No Brasil, foi o maior pontuado num grande time do Sirio, que tinha a seu lado nomes como Hélio Rubens, Mosquito, Dódi, Sucar, Menon, Marquinhos Adbdalla e Ubiratan. E em meio a tantas feras, esteve longe de ser um mero coadjuvante, fazendo jus ao apelido "mão santa", e liderando o time em pontuação.


Ele foi observado por diversas equipes da NBA, como foram os casos do Los Angeles Lakers, do Cleveland Cavaliers e do San Antonio Spurs. Mas ele não quis se profissionalizar, mantendo seu status de amdor para poder defender a Seleção do México nos toeneios internacionais, tendo jogado Jogos Centro-americanos, Jogos Pan-americanos e Jogos Olímpicos. “Eu fiz esta escolha por convicção, não por conveniência”, sempre repetia. Defeneu a camisa do México em 1.359 partidas internacionais, tendo viajado por 78 países diferentes. Aposentou-se em 1982 e depois ainda foi treinador da Seleção Mexicana.

Arturo Guerrero

Depois da geração de Manuel Raga e Arturo Guerrero, o basquete mexicano teve entre seus maiores nomes a Horacio Llamas, que foi o primeiro mexicano a jogar na NBA, pelo Pheonix Suns de Phoenix (jogou os playoffs na temporada 1996-97), e também a Eduardo Nájera, que defendeu o Dallas Mavericks (2000-2004), o Golden State Warriors (2004-05), o Denver Nuggets (2004-2008) o New Jersey Nets (2008-09), de novo no Dallas Mavericks (2009-10) e no Charlotte Bobcats (2010-2012). Nájera disputou 9 play-offs. Destacou-se também Gustavo Ayón, que vestiu os uniformes de New Orleans Hornets (2011-12), Milwaukee Bucks (2012-13), Orlando Magic (2012-13) e Atlanta Hawks (2013-14), e que depois fez história no Real Madrid, entrando na pré-seleção de Maiores Jogadores da Euroliga nos Anos 2010.

Nesta galeria de maiores nomes do basquete mexicano também constam nomes como Carlos Quintanar, Óscar Asiaín, Raúl Palma, Manuel Sáenz, Rafael Heredia, Mario “Abuelo” Peña, Antonio Ayala, Rafael Palomar, Héctor Rodríguez e Ricardo Pontviane. Mas na história há um lugar especial para Manolo Raga e Arturo Guerrero, os dois primeiros pilares do basquete mexicano de alto nível.


sábado, 15 de fevereiro de 2014

México, o quinteto que fez história na Copa América 2013


O México não havia se classificado para a Copa América de 2013, assim como não havia conseguido se classificar para a edição anterior, em 2011. Foi convidado para substituir o Panamá. O México jamais havia terminado entre os três primeiros, suas melhores posições foram 5º lugares em 1980 e 1984, e 6º lugares em 1988 e 2003.

O basquete mexicano começou a demonstrar alguma projeção no principal torneio entre clubes do continente, a Liga das Américas. Na edição de 2012, o Pioneros de Quintana Roo faturou o título inédito, mas com uma equipe recheada de estrangeiros. O time titular que foi campeão jogava com Pedro Meza, Christopher Hernández, Robert Hornsby, Michael Williams e Ikechukwu Ofoegbu. Uma equipe com três norte-americanos e um nigeriano, e com um trainador espanhol: Josep "Pep" Clarós. Apenas Pedro Meza era autenticamente mexicano. E era o único representante deste time campeão da Liga das Américas na Seleção Mexicana que foi para a Copa América 2013.

Embora Argentina, Brasil e Venezuela estivessem desfalcados de alguns seus principais jogadores que atuam na NBA, o México estava longe de ser considerado entre favoritos sequer para estar entre os 4 times que se classificariam para o Mundial.

Os favoritos eram a Argentina, que jogava com Facundo Campazzo, Selem Safar, Marcos Mata, Luis Scola e Juan Gutiérrez, treinados por Julio Lamas, e Porto Rico, que jogava com JJ Barea, Carlos Arroyo, John Holland, Renaldo Balkman e Ricardo Sánchez, treinados por Francisco "Paco" Olmos.

A final foi um duelo entre dois treinadores espanhóis: Paco Olmos treinando Porto Rico, e Sergio Valdeolmillos treinando o México.



Campanha Mexicana
65 x 56 Venezuela / 87 x 65 Paraguai / 85 x 61 República Dominicana / 78 x 98 Argentina
67 x 89 Canadá / 87 x 73 Uruguai / 100 x 89 Jamaica / 66 x 59 Porto Rico
76 x 70 Argentina / 91 x 89 Porto Rico


Colocação Final
1º - México / 2º - Porto Rico / 3º - Argentina / 4º - República Dominicana
5º - Venezuela / 6º - Canadá / 7º - Uruguai / 8º - Jamaica
9º - Brasil / 10º - Paraguai


FINAL
MÉXICO 91 x 89 PORTO RICO
(26 x 18 / 22 x 27 / 18 x 26 / 25 x 18)
México
Jorge Gutiérrez (11), Jovan Harris González (23), Noe Alonzo (7), Lorenzo Mata Real (14) e Gustavo Ayón (20).
Paul Stoll (4), Pedro Meza (-), Orlando Méndez (3), Benítez Gomez (0) e Roman Martínez (9).
Héctor Hernández (-) e Jesus González (-).
Porto Rico
JJ Barea (20), Carlos Arroyo (23), John Holland (10), Renaldo Balkman (14) e Ricardo Sánchez (4).
Ramon Clemente (0), Elias Ayuso (4), Andrés Fernandéz (0), Galindo Rodríguez (5) e Daniel Santiago (9).
Richard Chaney (0) e Villafañe Silva (0).


Ayón, Jogador Mais Valioso da Copa América 2013

O pivô Gustavo Ayón foi eleito o MVP da Copa América (o argentino Luis Scola havia faturado este troféu nas três edições anteriores: 2007-2009-2011).

A carreira de Ayón: 2006-2009 Halcones Xalapa (México), 2009 Fuenlabrada (Espanha), 2009 Marinos de Anzoátegui (Venezuela), 2010 Tenerife (Espanha), 2010-2011 Fuenlabrada (Espanha), 2011-2012 New Orleans Hornets (NBA), 2012-2013 Orlando Magic (NBA), 2013 Milwaukee Bucks (NBA), 2013-2014 Atlanta Hawks (NBA), 2014-19 Real Madrid (Espanha), 2019-20 Zenit (Rússia), 2020-21 Astros de Jalisco (México), e 2021-22 Capitanes de Arecibo (Porto Rico).


Gustavo Ayón


Esta geração mexicana, comandada pelo técnico espanhol Sergio Valdeolmillos, seguiu dando alegrias para o basquetebol do país, no ano seguinte foi campeã do Centrobasket 2014, título que os mexicanos não conquistavam desde 1975. Depois de 39 anos, portanto, os mexicanos voltaram a vencer o torneio, alcançando seu terceiro título na história (1965, 1975 e 2014), frente a 10 títulos de Porto Rico, e 4 de República Dominicana e Panamá.

A campanha mexicana no torneio, disputado na cidade de Tepic, no estado de Nayarit, no México, teve vitórias sobre Ilhas Virgens Americanas (74 x 64), Bahamas (90 x 57), El Salvador (107 x 64) e Porto Rico (75 x 65). Primeiro lugar em seu grupo na 1ª fase, a equipe mexicana venceu Cuba na semi-final (85 x 70) e voltaram a superar Porto Rico (74 x 60), desta vez na final, partida da qual Gustavo Ayón saiu como maior jogador em quadra, sendo o líder das estatísticas de pontuação, assistências e rebotes naquela noite. Ayón fez um double-double, com 16 pontos e 16 rebotes, além de ter dado 4 assistências.


Veja também: